O comercial, pretensamente destinado e com “objetivos” de incentivar os
pais a assumirem e registrarem seus filhos, é uma aberração, bestialidade, uma
ridicularidade que muito pelo contrário desestimula, envergonha e inibe até
quem tem por obrigação e dever registrar seus filhos legítimos e comprovados,
enquanto perdura o clima de chacota e gozação desse comercial ridículo.
Imagine a cena, um amigo passa pelo porta de um cartório e vê o outro
coma a mulher registrando o filho e o outro grita lá de fora, “só hoje vai registrar mais quantos”, agora imagine para quem
tem um filho meio duvidoso, o amigo vai gritar “pai
é quem registra”.
Uma aberração ridícula e idiota fora de qualquer propósito esse comercial
ridículo que mais desestimula do que incentiva alguém a registrar os filhos
bastardos, começa com um ator fazendo papel e representando um idiota ridículo
dizendo que “eu já registrei uns trinta filhos”, pela cara dele e a quantidade
deve ser algum estuprador ou reprodutor, e já inicia ridicularizando e causando
descrédito aos objetivos do comercial, é a hora que o telespectador fala “ah vau tomar um café .. que babaca”
Num comercial desses só estando de sacanagem, isso não é sério e não
aborda o tema, o assunto sério, com a seriedade que merece, estão de sacanagem
e ninguém fala nada. Esso é o tipo da coisa feita de qualquer maneira única e
exclusivamente para faturar, só e nada mais, o tema do assunto importante e
sério, é um componente só para lembrar de onde partiu esse “faturamento” extra
que foi em cima de um tipo de assunto que não é levado a sério mas se veicula
de qualquer maneira sem nem se quer ser fiscalizado e analisado e ter um
parecer de alguém do ramo sobre o trabalho, porque se houvesse esse
profissional mandaria jogar esse“trabalho” no lixo e fazer outro, mais ele é feito para marcar e dar satisfação
para que se alguém reclamar os autores e responsáveis pelo assunto vão dizer “mas nós veiculamos um comercial sobre o assunto”,
mas não poderá dizer que veiculou um tema sério tratando de um assunto sério,
como o tema merece.
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