sábado, 25 de maio de 2013

Palácio Quitandinha, em Petrópolis, RJ, ganha visita áudio-guiada

Com a ajuda de fones de ouvido, visitantes recebem todas as explicações.
Sesc Rio investiu cerca de R$ 70 mil na implantação do sistema.


Do G1 Região Serrana

 O Palácio Quitandinha, em Petrópolis, Região Serrana do estado, ganhou uma novidade tecnológica: a visita áudio-guiada. Com a ajuda de fones de ouvido, os visitantes recebem relatos sobre o estilo arquitetônico e a história de 21 espaços de um dos principais pontos turísticos do município.
A visita audioguiada pode ser feita em uma hora e em até quatro línguas diferentes. Para auxiliar as pessoas, um folheto funciona como roteiro. Basta apenas digitar o número da sala e ouvir a explicação. Aproximadamente R$ 70 mil na implantação desse sistema inovador foram investidos pelo Sesc Rio.
O Palácio Quitandinha, cujo estilo segue o neo-normando, foi criado no início do século XX para ser o maior cassino da América Latina. No entanto, dois anos depois, o jogo foi proibido no Brasil. O local é visitado por mais de duas mil pessoas por mês.
As visitas ao ponto turístico podem ser feitas de terça a sábado, das 10h às 17h. Aos domingos e feriados, o local está aberto a visitantes de 10 as 16h. Para estudantes e idosos, a entrada custa R$ 3. Não associados ao Sesc pagam R$ 6, enquanto os associados entram gratuitamente. O uso da audioguia custa R$ 3 e R$ 6 para associados e não associados, respectivamente.
Fonte: G1 Serra, Lago e Norte

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Moradores tentam voltar à rotina no Alemão, Rio, após morte de criminoso

Comércio amanheceu fechado após morte de traficante na noite de quarta (Foto:Guilherme Pinto / Ag. O Globo)

Esse chiqueiro não está pacificado? Essa escória, ralé, Excremento, vermes, lixo humano das favelas, reprodutores de prostituta e bandidos, responsáveis por 90% da população carcerária infanto/juvenil e adulta, de onde saem, Ném, Pezão, Parazão, Polegar, Nando Bacalhau, Beira-Mar, Escadinha, Miltinho da Ilha e todos os bandidos que aterrorizam a sociedade carioca e de todo país, não se converteram e agora são pacificados?

Esses irresponsáveis sem condição de se auto sustentar, sem princípios e sem educação, tem cada um dez filhos cada um de um pai, e vivem se prostituindo em volta do Copacabana Palace e toda a cidade onde há concentração de turistas. Cada operação da policia nas favelas matam dez filhos delas mas já tem um mil na fila para assumir o cargo na “firma” no tráfico de drogas e armas.

Uma coisa é "pacificar" as favelas, outra é mudar a mentalidade e a filosofia e o conceito de desse lixo, semi analfabetos, ignorantes, quem só contribuem com o que não presta para a sociedade e só querem se dar bem, invadir as áreas nobres da cidade, viver perto de suas vítimas, sem pagar nada dentro dos chiqueiros, e nós que pagamos tudo, nosso dinheiro é jogado no ralo de esgoto para dar boa vida a eles.

Vejam no YouTub na série “Noticia de uma guerra particular” e "Guerra sem fim" as declarações deles como agem e o que pensam da sociedade ordeira, que se prepara, estuda, rala e paga seus impostos.

Uma coisa é manter a polícia dentro desses chiqueiros com população de quase 200 mil habitantes, dos filhos dos ajuntamentos promíscuos, irresponsáveis desses criminosos invasores, desmatadores, maioria de bandidos, prostitutas que querem levar vantagem em tudo, e nós a sociedade ordeira somos quem pagamos as mordomias como elevador panorâmico de 80 milhões, com esse dinheiro construía-se um conjunto habitacional de casas populares, removia-os pra lá e derrubava a favela, reflorestava o local onde essa escória, ralé, excrementos, lixo humanos, porcos, sem educação degradaram e devastaram.

Mas ao contrário nosso dinheiro é jogado no lixo com teleférico, escola de arte, cinema, quadras poliesportivas, academias de dança, elevador panorâmico. Enquanto os filhos de quem paga, mora nos bairros distantes ou nas cidades da região metropolitana não tem nenhum benefícios, vivem na lama e na poeira, sem esgoto, sem asfalto, e o governo joga nosso dinheiro à nossa revelia no esgoto em benefícios para essa escória, ralé, que mesmo tendo oportunidade vivem 40/50 anos nesses chiqueiros de geração em geração, e o que eles dão em troca, seus filhos bandidos.

domingo, 12 de maio de 2013

O novo berço esplêndido da cultura popular carioca

A conclusão da primeira fase das obras do Porto Maravilha já desencadeou um processo de revitalização histórico-cultural na região, incluindo a chegada de novos empreendidos e o resgate do orgulho de moradores e músicos que voltam a agitar a região


A história e a cultura do Rio de Janeiro e do Brasil passam necessariamente pela Região Portuária. Afinal, o território identificado como “Pequena África” foi uma das maiores portas de entrada de negros escravizados nas Américas – e com eles, claro, desembarcou muito do que se entende por Rio de Janeiro, incluindo a música, a culinária e até o jeitinho carioca. Desde os primeiros terreiros e rodas de samba do século retrasado até hoje, por lá passaram sambas imortais, sangraram pelos nossos pés e sambaram nossos ancestrais, como cantou Chico Buarque e como conta Arthur Pamplona, de 75 anos, 70 deles sobre os paralelepípedos da velha cidade.
– Aqui era a zona boêmia do Rio. Existia a Lapa, mas a Lapa foi caindo, caindo, e a Praça Mauá se manteve. Aqui competia com Copacabana – lembra Arthur. – Eu vim para cá antes da Perimetral, antes do Píer. Estou aqui no tempo em que o serviço de coleta de lixo era feito por carroça puxada a cavalo.
Arthur lembra, saudoso, do tempo que comandava uma oficina mecânica ao lado do restaurante Bauru, no início da Rua Sacadura Cabral. Por lá passavam Ary Barroso, Dalva de Oliveira, Linda Batista, Jorge Veiga e muitos outros que saíam da Rádio Nacional, sediada no Edifício A Noite, então o maior da América Latina fincado a poucos metros da Praça Mauá. Do adro da Igreja São Francisco da Prainha, onde mora até hoje, Arthur via sempre o sambista João da Baiana seguir em direção à Pedra do Sal, cujo largo o homenageia.
– Ele passava pela Sacadura Cabral todo vestido de branco, muito ereto, com chapéu branco n cabeça e um cravo vermelho na lapela. Passava aqui calmamente, fumando seu cigarro até a Pedra do Sal. Lá começou um sambinha pequenininho. Era uma ‘meia dúzia de seis’, que tinha por ali e ficava por ali. Era uma coisa bem singela, muito íntima – lembra Arthur.
A tradição é mantida até hoje, mas com muito mais efervescência. Incentivada pelo Porto Maravilha – que fornece banheiros químicos e cuida da limpeza da região –, a Roda de Samba da Pedra do Sal, que acontece toda segunda-feira, canta e conta a história dos músicos que marcaram a Música Popular Brasileira, como Pixinguinha, Donga e tantos outros.
– Tenho um orgulho danado de fazer parte dessa roda. Aqui passaram grandes mestres da música, e é um lugar com uma religiosidade imensa. E nosso trabalho tem a importância de contar essa história para as pessoas, que muitas vezes não sabem – festeja o sambista Rogério Família.
Mesmo orgulho compartilhado Rigo Duarte, dono do Angu do Gomes. Neto do sócio-fundador do famoso prato, Rigo refundou o estabelecimento no início dos anos 2000 e fincou base no Largo São Francisco da Prainha, onde seu avô começou os trabalhos na década de 50. Hoje, já colhe os frutos da revitalização.
– Escolhi mais pela história da minha família, e também pelos alugueis mais baratos. Não esperava por essa transformação. Imagino isso aqui como uma nova Lapa, mas com muito mais história. Eu amo cada pedaço desse lugar, cada morador… aqui preserva um pouco da gentileza do passado, todos se conhecem, se cumprimentam, não tem briga. Diante da revitalização, ampliamos a casa, que agora terá três andares e shows de samba, mas só samba tradicional – comemora Rigo.
O empresário Luiz Henrique Lessa é outro que aposta no novo Porto. Ele deixou a cidade há 15 anos, numa época em que a cidade viva sem perspectivas e a Região Portuária, mais especificamente, parecia fadada à degradação.
– O Porto é a menina dos olhos do mercado de investidores, e isso se deve não só ao projeto urbanístico. Uma região rica culturalmente, com oportunidades e perspectivas sociais é cada vez mais valorizada no mercado – completa Lessa.
Isso vale para todos os setores. A historiadora Priscila Melo, que leva grupos de turistas a passeios históricos no Porto, afirma que houve um grande aumento na procura pelos roteiros, inclusive por cariocas.
– A gente brinca que o carioca está sendo turista na própria cidade. Muita gente passa pelo Centro e desconhece a riqueza histórica da região. Antigamente as pessoas tinham medo de passar por aqui, hoje todos vêm sem medo. Para se ter uma ideia, fechamos um convênio com uma empresa da região para fazer passeios com seus funcionários. O contrato seria de um mês, mas a demanda foi tanta que já estamos no sexto mês e a procura só cresce.

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